Mais de 15 mil jornalistas cobrem a Copa do Mundo nos Estados Unidos, Canadá e México, transformando a cobertura em uma oportunidade de engajamento para marcas. O público, cada vez mais ativo nas redes sociais, busca conexão com os profissionais, e não apenas com os veículos de comunicação tradicionais.
A presença dos profissionais na competição ultrapassa o apito final, pois o uso de celulares aproxima os jornalistas do público. Uma pesquisa do Data-Makers aponta que 86% do público brasileiro utiliza redes sociais para comentar ou publicar algo durante os jogos, enquanto 54% acompanha as partidas em mais de uma tela. As mulheres representam a maioria desse público consumidor.
Essa dinâmica alterou a relação entre criador de conteúdo e jornalista. As profissionais mantêm o compromisso com a informação nos veículos tradicionais, mas usam a Copa para construir comunidades pessoais. Para as marcas, isso permite parcerias além da publicidade convencional, conectando-se a nichos engajados com potencial de retorno rápido.
A mudança no consumo de mídia indica que o público prioriza acompanhar pessoas. Nomes como Domitila Becker, Clara Albuquerque, Isabela Labate, Mariana Pereira e Tati Mantovani movimentam esse mercado. A tendência mostra que a busca por conexão humana é um fator decisivo no acompanhamento de grandes transmissões esportivas.

