Um jornalista enviou manifestação ao Representante de Comércio dos EUA (USTR) em 1º de julho de 2026. O documento pede que o governo do presidente Donald Trump suspenda tarifas sobre importações brasileiras. Em contrapartida, o autor sugere que sanções individuais, via Lei Magnitsky, sejam aplicadas a ministros do Supremo Tribunal Federal.
O jornalista Paulo Figueiredo defende que as sanções comerciais prejudicam produtores brasileiros e consumidores norte-americanos. Segundo o texto, uma tarifa recai sobre exportadores brasileiros, importadores americanos e cidadãos brasileiros alvos de censura documentada na investigação.
Figueiredo propõe que o foco das ações americanas mude de sobretaxas gerais para mecanismos de sanção individual. Os alvos indicados incluem o ministro do STF Alexandre de Moraes, sua esposa Viviane Barci e empresas ligadas ao casal. O pedido também abrange a ampliação das sanções para outros ministros da 1ª Turma da Corte.
O documento cita o ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, como um dos responsáveis pelo encerramento do esforço anticorrupção iniciado pela Lava Jato. Figueiredo menciona que o ministro Mendes reivindicou publicamente consequências políticas, afirmando que figuras do espectro político ‘só estão aqui porque o Supremo Tribunal Federal enfrentou a Lava Jato’, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


