O juiz Santiago Pedraz, instrutor do caso Leire Díez na Audiencia Nacional, citou como imputado Leonardo Marcos, ex-diretor da Guarda Civil. A medida foi tomada após solicitação do Partido Popular (PP), que lidera a acusação popular no inquérito.
Marcos ocupou o cargo de diretor da Guarda Civil entre junho de 2023 e setembro de 2024, segundo informações do processo. O sumário investiga uma suposta trama orquestrada por uma ex-militante socialista e um ex-secretário do PSOE, visando “desestabilizar” os procedimentos judiciais que afetam o partido e o Governo.
No inquérito, também estão imputados Mercedes González, que assumiu a direção da instituição após Marcos, e o tenente geral Manuel Llamas, diretor adjunto operativo (DAO) da corporação. A decisão do magistrado segue o pedido do PP, que conduz a acusação popular no caso.

