O juiz da Audiência Nacional, responsável pela investigação do caso Leire, encontrou indícios de responsabilidade suficientes para imputar a diretora da Guarda Civil e um tenente-general. Os dois serão investigados em 16 de julho por possível prevaricação e obstrução à justiça.
A investigação da Unidade de Crimes Organizados (UCO) forneceu ao magistrado os indícios necessários para formalizar a acusação contra a diretora da Guarda Civil e o tenente-general que atua como diretor adjunto operacional. As imputações apontam para possíveis atos de prevaricação e obstrução à justiça.
As autoridades exigem respostas completas e máxima transparência por parte da corporação de segurança, do Ministério do Interior e do Governo em relação aos fatos apurados. A situação demanda esclarecimentos sobre as ações investigadas.

