Um ex-membro da ETA, foragido na Venezuela e ferido pelo recente terremoto, continuará sendo procurado pela justiça espanhola. O juiz da Audiencia Nacional, Francisco de Jorge, decidiu rejeitar o pedido da defesa para considerar prescritos os crimes investigados contra o indivíduo.
A decisão judicial se refere a um atentado ocorrido em janeiro de 1979. Na ocasião, uma patrulha da Guarda Civil foi atacada entre as localidades guipuzcoanas de Azpeitia e Azkoitia, resultando na morte de dois agentes do instituto armado e ferimentos em outros.
O juiz Francisco de Jorge rejeitou a solicitação da defesa de que os delitos fossem considerados prescritos. O indivíduo permanece sob a ordem de captura da justiça espanhola, apesar de sua condição de ferido no desastre natural ocorrido no país sul-americano.

