Uma juíza rejeitou o pedido do prefeito de Móstoles para arquivar uma queixa de assédio sexual e laboral. A decisão, proferida pelo Tribunal de Instância de Móstoles, mantém a investigação movida por uma ex-concelheira do mesmo partido.
A magistrada, titular da segunda seção de Violência contra a Mulher do Tribunal de Instância de Móstoles, rejeitou o recurso de reforma apresentado pelo prefeito. O gestor municipal tentava anular o auto de 15 de abril, que havia aceitado a queixa da ex-companheira de partido e grupo municipal.
O prefeito alegou que os fatos denunciados não configuravam delito, mas sim meras “discrepâncias pessoais” e “conflitos de funcionamento interno” do município. Ele também sustentou a ausência de indícios racionais de criminalidade.

