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Leitura: Justiça nega doença mental e decreta prisão de diarista assassina
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Justiça

Justiça nega doença mental e decreta prisão de diarista assassina

Carla Fernandes
Última atualização: 4 de julho de 2026 07:50
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A Justiça determinou a prisão preventiva de uma diarista suspeita de matar um casal de idosos com facadas em Minas Gerais. A juíza Juliana Beretta Pinto declarou que não há elementos que comprovem patologia psiquiátrica ou incapacidade da acusada de entender o caráter ilícito dos atos.

A decisão, proferida após audiência de custódia, refutou as alegações da acusada de que cometeu os crimes durante um surto psicótico. Segundo a magistrada, os laudos periciais não indicaram resquícios de medicamentos psiquiátricos ou entorpecentes na urina e sangue da suspeita. Nenhum documento apresentado pela defesa demonstrou que ela fosse portadora de patologia que a tornasse semi-imputável ou inimputável.

A acusada, que foi presa em Itabira, confessou o crime e afirmou ter ouvido “vozes”. Ela alegou ter colocado comprimidos de um calmante na bebida servida ao casal antes dos assassinatos. A investigação aponta a linha de latrocínio, visto que foram furtados joias e dinheiro do apartamento.

A defesa da acusada informou que ela possui um diagnóstico relacionado à saúde mental, mas aguarda acesso aos documentos para formalizar um pedido de insanidade mental. A perícia continuará os trabalhos para determinar a quantidade exata de golpes sofridos pelas vítimas.

TAGGED:diaristahomicídioJustiçaMinas Geraisprisão preventivasaúde mental
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