A empresa de tecnologia registrou forte desempenho no segundo trimestre de 2026, com receita de 111,18 bilhões de dólares e lucro por ação de 2,01 dólares. Analistas apontam que o lançamento de um iPhone dobrável pode ser o catalisador para elevar o valor das ações, embora haja riscos regulatórios.
A empresa divulgou que a receita do iPhone atingiu 56,99 bilhões de dólares, enquanto os Serviços alcançaram um recorde de 30,98 bilhões de dólares. O executivo citou “demanda extraordinária pela linha iPhone 17”. Em resposta ao desempenho, o conselho autorizou uma recompra de ações de 100 bilhões de dólares e aumentou o dividendo em 4% para 0,27 dólares por ação.
O lançamento de modelos dobráveis é visto como o principal fator positivo. Segundo a imprensa internacional, a empresa planeja introduzir cerca de 10 milhões de unidades dobráveis no início de 2027. O modelo de precificação proprietário aponta um alvo de 336,98 dólares para os próximos 12 meses, com projeções de longo prazo atingindo 442,23 dólares em 2030.
Contudo, existem riscos. O aumento dos custos de memória e uma possível decisão desfavorável do Supremo Tribunal sobre a taxa de pagamento de 27% dos aplicativos podem afetar a economia dos Serviços. A análise sugere que o cenário geral é construtivo, desde que a empresa execute o lançamento dobrável em 2027 e mantenha o crescimento de dois dígitos nos Serviços.

