O líder da oposição, Tomio Okamura, criticou o veto presidencial, que visa impedir a aprovação de uma nova lei orçamentária. Okamura afirmou que a medida ameaça gastos com saúde, serviços sociais e obras de rodovias no país.
Okamura declarou que o presidente, ao vetar a lei, busca comprometer o financiamento básico dos cidadãos. Ele afirmou que o governo esperava que o líder da oposição apoiasse a aprovação do orçamento, mas que o veto impõe dificuldades ao Executivo. O líder da oposição criticou o presidente por tentar ir contra os eleitores da coalizão governamental.
O governo, por sua vez, planeja derrubar o veto presidencial. Segundo informações, será necessária apenas uma maioria simples no parlamento para aprovar a lei, visto que a coalizão dispõe de 108 deputados. Um encontro para a derrubada do veto foi agendado para 25 de agosto.
O presidente justificou o veto alegando que a lei permite ao governo tomar empréstimos em volume maior que o atual, o que compromete a sustentabilidade das finanças públicas. A ministra das Finanças, Alena Schillerová, contestou a crítica, afirmando que a lei não implica aumento de déficit e que o compromisso do governo é manter o déficit abaixo de 3% do PIB.

