A capacidade de comunicar ideias com clareza e criar conexões genuínas é um diferencial para líderes, segundo Giuliana Tranquillini, cofundadora da Betafly. Ela afirma que construir uma marca pessoal deixou de ser opcional para quem ocupa posições de liderança no mercado atual.
Giuliana Tranquillini explica que a marca de um profissional é definida pela percepção alheia e deve espelhar uma narrativa coerente com sua trajetória e valores. A especialista esclarece que o objetivo não é criar um personagem, mas sim comunicar autenticamente quem o profissional é, seus talentos e sua essência.
A consultora observa que muitos profissionais experientes resistem a trabalhar sua imagem, acreditando que os resultados falam por si. No entanto, ela declara que o mercado mudou: ser competente é pré-requisito, mas o diferencial reside em saber se comunicar e construir conexões claras sobre o valor entregue.
Morando no Vale do Silício, Tranquillini acompanha o avanço da inteligência artificial e entende que a tecnologia reforça a necessidade de habilidades humanas. Ela comenta que, enquanto a IA acelera a produção de conteúdo, ela deve ser usada como ferramenta, sem eliminar o tom de voz e a autenticidade do indivíduo.

