A prefeitura do Rio de Janeiro informou que a mancha escura observada na Lagoa Rodrigo de Freitas não tem origem em lançamento irregular de esgoto. Equipes da Patrulha Ambiental vistoriaram o local e descartaram o despejo por ausência de odor característico.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (Smac) realizou a verificação na quinta-feira (16). Embora não tenha sido possível determinar a origem exata do material, o órgão monitora o corpo hídrico em seis pontos de coleta.
Análises feitas entre os dias 1º e 13 de julho indicaram a predominância da microalga Prorocentrum cordatum, que representou até 69,9% dos organismos identificados nas amostras. A Smac explicou que essa espécie pode conferir o tom à água.
A pasta declarou que, apesar da alta concentração da microalga, os resultados não caracterizam uma condição anormal nem um episódio de floração de algas. O órgão informou que continuará acompanhando as condições ambientais da lagoa.

