A definição do local da final da Copa do Mundo de 2030, que será sediada por Marrocos, Portugal e Espanha, está em disputa diplomática. O Marrocos investe na construção de um novo estádio de US$ 12 bilhões em Casablanca, enquanto a Espanha defende a realização da partida em suas arenas.
A FIFA ainda não anunciou o local da partida decisiva do torneio de 2030. A Espanha insiste em sediar o evento, mas o Marrocos avança na construção de um novo estádio nos arredores de Casablanca, com capacidade para 115 mil espectadores. Este projeto, que deve se tornar um dos maiores do futebol mundial, concorre com duas opções espanholas.
As alternativas espanholas incluem o Santiago Bernabéu, em Madri, com capacidade para 83 mil após reformas, e o Camp Nou, em Barcelona, que passará por reformas para atingir 105 mil espectadores, embora estas estejam atrasadas. O presidente da Federação Espanhola de Futebol, Rafael Louzan, afirmou que a Espanha possui capacidade organizacional comprovada para liderar o evento.
Louzan criticou cenas ocorridas na Copa Africana das Nações no Marrocos, citando violência da torcida e mau comportamento de gandulas. Por outro lado, fontes no futebol africano confirmam que o Marrocos exerce forte pressão para que a final ocorra em Casablanca. Caso a cidade marroquina seja escolhida, será a segunda vez que uma cidade africana sediará a final do torneio.

