As empresas Microsoft e Meta Platforms divulgaram seus resultados financeiros em 29 de julho de 2026. A Microsoft demonstrou monetização de sua estratégia de inteligência artificial, com receita de US$ 90,01 bilhões. Já a Meta registrou crescimento de receita de 27,96%, mas viu sua margem operacional diminuir, sinalizando caminhos diferentes para os investidores.
A Microsoft reportou receita de US$ 90,01 bilhões, um aumento de 17,75%. O segmento Intelligent Cloud foi o motor, gerando US$ 39,31 bilhões com crescimento de 32%. O Azure, em particular, cresceu 43% e alcançou US$ 100 bilhões em receita no ano completo pela primeira vez. Segundo o executivo da empresa, os clientes estão transformando “tokens em resultados de negócios”. O compromisso comercial restante da Microsoft saltou 84% para US$ 678 bilhões em receita futura contratada.
A Meta Platforms superou a receita, atingindo US$ 60,80 bilhões, um avanço de 27,96%, sustentado pelo aumento de 14% nas impressões de anúncios e 12% no preço por anúncio. Contudo, o lucro por ação (EPS) ficou em US$ 6,18, abaixo da estimativa de US$ 7,2173. A margem operacional da Meta comprimiu para 31% em comparação com os 43% anteriores, afetada por um custo legal de US$ 2,40 bilhões e reduções de pessoal.
A análise aponta que a Microsoft apresenta uma estrutura mais sólida devido ao grande volume de contratos futuros, enquanto a Meta exige que investidores aguardem uma fase de gastos de capital de vários anos para reverter a pressão sobre a margem.

