A mídia internacional, incluindo a revista britânica The Economist e o jornal norte-americano The Wall Street Journal, destacou o sucesso do Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. As publicações refutaram críticas feitas pelo ex-presidente dos EUA, alegando que o sistema visa bancarizar a população de baixa renda.
A Economist afirmou que as acusações contra o Pix não se sustentam, pois se baseiam em premissas frágeis, como a de que o sistema é protecionista e prejudica empresas de pagamento americanas, como Visa e Mastercard. A publicação explicou que a criação do Pix foi motivada pela necessidade de bancarizar a população de baixa renda, sendo a ausência de taxas o principal atrativo para os consumidores.
O Wall Street Journal complementou, dizendo que muitos sistemas privados, inclusive alguns americanos, não são seguros e cobram taxas, o que dificulta a competição. O sistema foi aclamado pelo Banco Mundial e pelo Fundo Monetário Internacional como um modelo de inclusão financeira em uma das sociedades mais desiguais do mundo.
As tensões comerciais persistem, pois o governo norte-americano propôs uma tarifa de 25% em 1º de junho de 2026, após investigação do USTR. O documento listou como alvos temas como comércio digital e Pix, alegando que o Brasil coloca empresas norte-americanas em desvantagem injusta.

