Mini-horses, minicavalos de raça desenvolvida no Brasil, estão ganhando espaço como animais de estimação e fonte de renda em diversas regiões do país. Cerca de 9 mil exemplares estão registrados no Brasil, e a maioria dos compradores busca esses animais para companhia.
A raça, resultado do cruzamento entre o pônei brasileiro e o Miniature Horse norte-americano em 2002, possui características menores que os pôneis tradicionais. Enquanto o pônei pode atingir 1,15 metro de altura, o mini-horse tem limite de 89 centímetros para machos. A demanda por esses equinos tem impulsionado o mercado, transformando a criação em negócio principal para alguns produtores.
Na zona rural, um criador relatou que a atividade se tornou seu principal sustento. Ele informou que o custo mensal de manutenção de cada animal gira em torno de R$ 300, englobando alimentação, vacinas e mão de obra. Os animais são vendidos após o desmame, com preços variando: machos são comercializados em média por R$ 6 mil, e fêmeas por cerca de R$ 8 mil.
Em áreas urbanas, tutores adotam os mini-horses como companheiros. Uma veterinária, residente em Santa Cruz do Rio Pardo, afirmou que o animal se tornou um companheiro dócil. Ela declarou que o gasto mensal com alimentação do mini-horse é de cerca de R$ 80.

