O ministro Alexandre de Moraes concedeu cinco dias à Procuradoria-Geral da República para se manifestar sobre a declaração da defesa de Jair Bolsonaro. A decisão ocorre após a defesa alegar que o ex-mandatário não tinha ciência da divulgação de uma carta por seu filho.
Os advogados do ex-presidente afirmaram que ele cumpre rigorosamente as condições impostas para a prisão domiciliar, incluindo a proibição de uso de redes sociais e contato com pessoas fora de sua família. Contudo, a divulgação do conteúdo pelo senador foi classificada como uso indireto de redes sociais, o que viola as regras da prisão domiciliar humanitária.
Essa violação levou Moraes a impedir que o filho do ex-presidente visitasse o país por 90 dias. O prazo de restrição se estende até depois do primeiro turno das eleições, agendado para o dia 4 de outubro.

