Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: MPRS Pede Liberação de Corpo de Menino Morto em Viamão
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

MPRS Pede Liberação de Corpo de Menino Morto em Viamão

Carla Fernandes
Última atualização: 20 de julho de 2026 22:00
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) solicitou ao Judiciário a liberação do corpo de um menino de 3 anos em Viamão, no Rio Grande do Sul. A criança morreu no dia 8 após ser espancada pelo pai, um missionário norte-americano, e o pedido visa viabilizar o funeral social.

O MPRS adotou novas providências para acelerar os trâmites necessários ao funeral social. O promotor de Justiça em Viamão, Cláudio Rodrigues Araujo, requereu a expedição de ofício ao Departamento Médico Legal (DML) para que o corpo fosse entregue à Prefeitura de Viamão. O Judiciário atendeu ao pedido, autorizando a entrega ao servidor municipal devidamente identificado nos autos.

O autor das agressões é um missionário norte-americano radicado no Brasil, e ambos se encontram presos preventivamente. A criança faleceu poucos dias após ser internada no Hospital de Pronto Socorro (HPS) da capital gaúcha.

O promotor explicou que a manifestação foi atualizada porque o DML reconheceu o corpo com toda a documentação exigida, tornando desnecessária uma etapa anterior que envolvia o reconhecimento materno. O MPRS continua acompanhando o caso para garantir a conclusão rápida dos procedimentos.

TAGGED:agressaofuneralJustiçaMPRSRio Grande do Sulviamão
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Fifa gera quase US$ 1 bilhão para clubes formadores
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?