Uma mulher de 38 anos, doadora frequente de sangue, descobriu um tumor de cinco centímetros no intestino após ser rejeitada em uma triagem de doação de sangue em abril de 2025. A rejeição inicial, motivada por baixos níveis de ferro, levou a exames de fezes que detectaram sangue oculto, encaminhando-a para diagnóstico.
A mulher, que não apresentava sintomas típicos de câncer intestinal, como alterações nas fezes ou sangramento, relatou episódios ocasionais de diarreia no ano anterior ao encaminhamento médico. Segundo ela, os sintomas eram leves e não motivaram uma consulta imediata.
Os exames subsequentes revelaram o tumor, e ela foi submetida a uma cirurgia de ressecção intestinal em julho de 2025. Contudo, seis semanas depois, exames indicaram focos de metástase em veias e fora do intestino, elevando o estágio do câncer de dois para três. Isso exigiu que ela passasse por quatro sessões de quimioterapia.
Após o tratamento, a mulher afirma que o câncer não apresentou sinais de retorno, mas permanecerá sob vigilância por cinco anos. Ela agora incentiva outras pessoas a solicitarem exames de fezes que detectem sangue caso apresentem qualquer sintoma intestinal.

