A NASA desenvolveu um Algoritmo de Risco de Trombose Venosa Tromboembólica (TEP) para astronautas, após identificar casos de TEP durante missões na Estação Espacial Internacional (ISS). O grupo de trabalho concluiu que a estase na veia jugular interna esquerda é um fator de risco principal em microgravidade.
O Escritório do Diretor de Saúde e Médico da NASA iniciou um grupo de trabalho em abril de 2026 para analisar dados de casos de TEP e discutir práticas clínicas baseadas em evidências. A análise revelou alterações no fluxo sanguíneo de uma coorte de astronautas, visando mitigar o risco de TEP durante o voo espacial.
As conclusões do grupo enfatizaram que a estase na veia jugular interna esquerda é um fator de risco dominante para TEP em microgravidade. Apesar disso, há debate sobre a contribuição relativa do fluxo lento qualitativo, fatores endoteliais ou fluxo retrógrado. A capacidade atual de ultrassom em voo de medir estase de forma precisa foi citada como uma limitação.
Com base em revisão de literatura, foi criado o Algoritmo de Risco de TEP para Astronautas. Este sistema determina a necessidade de profilaxia anticoagulante se houver estase isolada ou se houver uma combinação de outros fatores de risco trombótico, ponderados por literatura terrestre.

