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Meio Ambiente

Nova espécie de pangolim é confirmada com DNA antigo

Carla Fernandes
Última atualização: 2 de julho de 2026 00:50
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Cientistas confirmaram a existência de uma espécie não reconhecida de pangolim asiático no Nepal e na Índia do Norte. A descoberta, detalhada em estudo recente, utiliza DNA de um espécime de 1836 para auxiliar na proteção do mamífero mais traficado do mundo.

Os pangolins, mamíferos nativos de partes da África e da Ásia, possuem corpos blindados com escamas que os tornam alvos de caçadores ilegais. Eles são classificados como os mamíferos mais traficados globalmente e enfrentam risco de extinção. A nova espécie, identificada como Manis aurita, expande o conhecimento biológico sobre a distribuição e as diferenças entre os pangolins.

A confirmação veio após uma análise de dez anos da família do animal. Pesquisadores utilizaram traços físicos e DNA para resolver um enigma taxonômico. Um espécime histórico, datado de 1836, guardado em arquivo de Londres, forneceu o material genético definitivo para provar que o pangolim do Himalaia difere do pangolim chinês.

Segundo os pesquisadores, as diferenças entre o M. aurita e o pangolim chinês são sutis, mas notáveis. O pangolim do Himalaia apresenta corpo maior, cauda mais longa e orelhas menores. Essa identificação precisa é vital para a conservação, pois permite aos cientistas rastrear as espécies traficadas nos mercados ilegais.

TAGGED:asiatismoBiodiversidadeconservaçãoNepalpangolimtrafico-animal
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