Oito treinadores deixaram o comando de suas seleções durante a Copa do Mundo de 2026, por demissão, pedido de desligamento ou eliminação. As mudanças ocorreram em diferentes fases do torneio, espelhando a alta rotatividade vista no Campeonato Brasileiro.
O primeiro técnico a perder o cargo foi Sabri Lamouchi, da Tunísia. A federação tunisiana promoveu a troca imediata após a equipe sofrer uma goleada de 5 a 1 contra a Suécia, na estreia da fase de grupos. Hervé Renard assumiu a seleção durante a competição.
Outros casos de desligamento ocorreram após eliminações. Steve Clarke encerrou o trabalho com a Escócia após o time ficar fora do mata-mata. Hong Myung-Bo, da Coreia do Sul, pediu demissão após a queda na primeira fase. Miroslav Koubek foi dispensado da República Tcheca após a equipe não vencer nenhuma partida.
No Uruguai, Marcelo Bielsa encerrou seu ciclo após a decepção na fase de grupos. Sebastián Beccacece, do Equador, deixou o cargo por iniciativa própria após a derrota para o México nos 16 avos de final. Ronald Koeman, da Holanda, também anunciou sua saída após a eliminação nos pênaltis para o Marrocos, citando problemas de saúde de sua esposa.
Julian Nagelsmann deixou a Alemanha após a eliminação nos pênaltis para o Paraguai, nos 16 avos de final. Segundo a imprensa local, a Federação Alemã de Futebol (DFB) considerou insuficientes as explicações do treinador após a terceira eliminação consecutiva da Alemanha antes das oitavas de final.

