O líder ultraconservador Viktor Orbán classificou a Hungria como um “regime autoritário” nesta quarta-feira (22). A declaração surge após a promotoria registrar a sede do partido Fidesz e apreender servidores com dados do partido na terça-feira.
A apreensão dos servidores ocorreu na sede do partido Fidesz. O fiscal-geral do Estado, Gábor Bálint Nagy, nomeado pelo ultranacionalista, apresentou sua renúncia no dia seguinte à busca.
O novo primeiro-ministro, Péter Magyar, que está em processo de transição democrática, celebrou a saída do fiscal. Magyar afirmou que a medida encerrou a atuação de “outro peão de Orbán que obstaculizava a mudança de regime”.
Em redes sociais, Magyar fez um comentário desafiador, questionando: “Senhoras e senhores, quem será o próximo?”.

