A divergência de resultados em pesquisas de intenção de voto em Goiás levanta questionamentos sobre a idoneidade dos institutos. Especialistas sugerem que o Ministério Público Eleitoral, a Polícia Federal e o Tribunal Regional Eleitoral verifiquem os dados, dada a desconfiança sobre manipulação.
Pesquisas consideradas sérias, como as de Paraná Pesquisas, Real Time Big Data e Quaest, colocam o governador Daniel Vilela, pré-candidato à reeleição pelo MDB, em primeiro lugar. Os números indicam um quadro de estabilidade, com a possibilidade de eleição no primeiro turno, citando 44% em um dos levantamentos. A liderança de Vilela é fortalecida pela continuidade das ações de segurança pública iniciadas pelo ex-governador Ronaldo Caiado.
Contudo, a existência de institutos com resultados disparados e ilógicos gera debate. Argumenta-se que algumas pesquisas podem ser usadas para interferir no jogo político, visando impedir a vitória de Vilela no primeiro turno. A imprensa aponta que a fiscalização por órgãos como a Polícia Federal pode convocar os responsáveis pelos institutos para esclarecer a metodologia.
No cenário político, Marconi Perillo, do PSDB, disputa o segundo lugar, enquanto Wilder Morais, do PL, figura em terceiro. A luta de Perillo é manter a posição, pois perder para Morais o afastaria do jogo eleitoral de 2026. A análise aponta que a manipulação de dados, se existente, não ajudará os pré-candidatos a se aproximarem de Vilela.

