Especialistas orientam pais a definir regras e acompanhar o uso de videogames antes da compra, pois a experiência depende da participação familiar e da maturidade da criança.
Fernando Lino, neuroeducador, afirma que todo dispositivo novo traz uma camada de responsabilidade, e que horários, limites e regras de uso devem ser acertados antes do primeiro uso do console. Ele comenta que o jogo online funciona como um espaço de socialização importante para pré-adolescentes, que muitas vezes se encontram virtualmente.
Priscilla Montes, educadora, explica que o videogame não é um fator negativo por si só, mas sim a forma como ele é inserido na rotina. Ela aconselha que a decisão de compra dependa do desenvolvimento e da maturidade da criança, e não apenas da idade cronológica. É fundamental que o aparelho seja visto como lazer, e não como necessidade.
Os consoles Xbox e PlayStation oferecem ferramentas de controle parental que permitem gerenciar tempo de uso e conteúdo pelo celular. Os especialistas alertam que o acompanhamento deve ser constante, observando o comportamento da criança após as partidas para avaliar se a experiência é positiva.

