Países do Golfo e da região condenaram os ataques lançados pelo Irã contra Bahrein, Catar, Omã, Kuwait, Jordânia e Emirados Árabes Unidos neste domingo. Os governos atingidos classificaram as ações como violações da soberania e cobraram o fim da escalada militar, defendendo o retorno às negociações diplomáticas.
O Catar condenou os ataques em termos enérgicos, afirmando que eles representam uma “flagrante violação” da soberania e da integridade territorial dos países afetados. Doha responsabilizou o Irã pelas consequências jurídicas e políticas e declarou que “reserva-se o pleno direito de responder”, pedindo a cessação imediata de todas as ações militares.
O Kuwait também condenou os bombardeios iranianos, classificando-os como uma “escalada reiterada e flagrante” e uma grave violação do direito internacional. O governo reafirmou solidariedade aos países atingidos e instou Teerã a resolver divergências por meio do diálogo.
Em contraste, o Iraque adotou uma postura cautelosa, manifestando preocupação com o agravamento das tensões e seus impactos na segurança marítima e no comércio internacional. Bagdá defendeu o respeito à soberania e a adoção de meios diplomáticos para preservar a estabilidade regional.

