O Partido Novo confirmou Romeu Zema como seu candidato à Presidência da República nesta segunda-feira (27), em Brasília. Zema apresentou propostas de combate à corrupção e privatizações, afirmando que sua bandeira é resistir à polarização política. A definição do vice, contudo, deve ocorrer até 5 de agosto, conforme prazo do TSE.
Durante a convenção nacional, realizada virtualmente, Zema criticou o Partido dos Trabalhadores (PT), alegando que a legenda causou uma grave crise fiscal em Minas Gerais. O ex-governador reiterou seu discurso de ser um nome de fora da política tradicional. Em relação às propostas, ele defendeu o enquadramento de facções criminosas como organizações terroristas e a construção de um “superpresídio” em área remota, como a Amazônia.
Zema também listou a ampliação das privatizações de estatais e a redução de privilégios no setor público. Sobre a chapa, ele disse que o Novo ainda não definiu o vice, mas mencionou o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa como uma possibilidade em negociação. Em pesquisas divulgadas no mesmo dia, a candidatura de Zema registrou desempenho modesto, ficando em quinto lugar com 3% das intenções de voto.

