Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Pesquisa revela contradição sobre educação de filhos no Brasil
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
brasil

Pesquisa revela contradição sobre educação de filhos no Brasil

Carla Fernandes
Última atualização: 14 de julho de 2026 19:30
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Futuro é Infância Saudável (Infinis) e pela Quaest aponta uma contradição na educação brasileira. De acordo com o estudo, 91% dos adultos defendem a conversa como melhor método, mas 49% dos entrevistados admitem ter dado tapas em crianças.

O levantamento, que ouviu 2.202 brasileiros em 128 municípios entre 29 de maio e 7 de junho de 2026, revela que, embora o diálogo seja a estratégia preferida, a prática diverge. Felipe Nunes, CEO da Quaest, comentou que a naturalização da violência é um ponto de atenção, pois o ato de dar um tapa é mais assumido do que o de gritar.

A legislação brasileira, que inclui a Lei da Palmada de 2014, proíbe castigos físicos e tratamento cruel, como beliscões e palmadas corretivas. Contudo, o estudo indica que 62% dos entrevistados não interviriam ao presenciar agressões em público. Márcia Kalvon, diretora executiva do Infinis, afirmou que há uma lacuna entre o que é considerado correto e o que ocorre na prática.

Houve pequenas melhorias nos comportamentos relatados entre 2023 e 2026. O uso de objetos para bater caiu de 38% para 27%, e o índice de quem admitiu gritar diminuiu de 66% para 62%. No entanto, 47% dos entrevistados consideram aceitáveis castigos que restringem o lazer, e 35% avaliam que é aceitável ameaçar bater.

TAGGED:direitos-criançaeducaçãolei-palmadaparentalidadepesquisa-socialviolência infantil
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Consumidor com mais de 50 anos movimenta R$ 1,8 trilhão anuais
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?