A Petrobras alcançou o maior patamar de produção de sua história no segundo trimestre de 2026. A companhia registrou, em média, 3,34 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) entre abril e junho, um aumento de 14,1% em relação ao mesmo período de 2025.
O desempenho foi impulsionado pelo avanço das operações no pré-sal e pela entrada de novas plataformas. A produção própria no pré-sal atingiu 2,78 milhões de boed, consolidando o campo de Búzios como principal ativo da estatal. A plataforma P-79, oitava do campo, iniciou a produção em 1º de maio, cinco meses antes do cronograma previsto.
Na área de refino, o fator de utilização atingiu 101,2%, o maior índice da companhia. Esse aproveitamento permitiu reduzir as importações de derivados para 67 mil barris por dia, o menor volume trimestral. A produção total de derivados subiu 5,6% em relação ao trimestre anterior.
Com o aumento da produção, as exportações de petróleo chegaram a um patamar próximo de 1 milhão de barris por dia no segundo trimestre. As importações de petróleo, por sua vez, caíram para 89 mil barris diários, o menor volume desde a pandemia. A empresa também avançou em projetos de transição energética, incluindo testes com Combustível Sustentável de Aviação (SAF).

