A Polícia Federal iniciou nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026, uma operação nacional para garantir a segurança dos candidatos à Presidência durante o período eleitoral. A ação mobilizará até 458 funcionários, incluindo agentes de proteção e inteligência, e terá um orçamento de R$ 95 milhões.
A proteção dos concorrentes será planejada individualmente, considerando histórico de ameaças, informações de inteligência e os locais de seus eventos. Antes de compromissos, as equipes farão reconhecimento dos locais e articularão medidas com forças estaduais e municipais. A PF afirmou que, apesar do planejamento próprio, a operação aplicará os mesmos critérios e protocolos a todas as candidaturas.
A corporação já contatou os 30 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, realizando reuniões gerais e encontros individuais com as campanhas. Os recursos financeiros serão usados na mobilização de agentes, contratação de serviços e aquisição de equipamentos, como viaturas blindadas e sistemas antidrone.
Apesar da estrutura, alguns pré-candidatos manifestaram desconfiança. Um senador e pré-candidato do PL declarou no domingo, 19 de julho de 2026, que não usará a segurança da corporação, alegando não confiar no atual chefe da PF.

