A Polícia Civil abriu investigação contra o proprietário do Frigorífico Goiás, após uma mulher trans registrar denúncia de que ele se recusou a pagar por um programa sexual e, posteriormente, proferiu ameaças. A ocorrência foi registrada na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em 15 de junho.
O empresário, conhecido por comercializar cortes de carne, teria se irritado após a denunciante informar que não realizava o papel de ativa na relação sexual. Segundo o boletim de ocorrência, o encontro havia sido combinado por meio do WhatsApp pelo valor de R$ 500.
De acordo com o relato, após o desentendimento, o proprietário do frigorífico teria feito ameaças e tentado oferecer dinheiro para que a mulher não divulgasse o caso. A denúncia também aponta que o empresário demonstrou insatisfação com a dinâmica sexual.
As alegações ganharam visibilidade nas redes sociais quando a acompanhante publicou um vídeo em que o empresário aparece sendo questionado sobre postagens de teor transfóbico em seus perfis. A denunciante afirmou ainda ter percebido visualizações do perfil oficial do Frigorífico Goiás em seus stories no Instagram.

