Em Pequim, cidade com mais de 21 milhões de habitantes, uma praça ilustra a dinâmica social da metrópole chinesa. O local concentra atividades diárias, como exercícios matinais e encontros vespertinos, contrastando com o traçado urbano moderno da cidade.
A metrópole, que se integra a um aglomerado de 100 milhões de habitantes, possui um traçado urbano em superquadras, muitas delas formadas por antigos aglomerados populares. Dentro dessas áreas, a vida cotidiana se desenrola pacificamente, com uma rua central que conecta as grandes avenidas da quadra.
Na praça, o movimento começa cedo com grupos de Tai Chi, majoritariamente compostos por senhoras de meia idade, que executam exercícios com precisão. Mais tarde, o espaço recebe aulas de dança e grupos que praticam atividades mais modernas. Há também idosos jogando carteado em áreas cobertas e crianças brincando.
O uso do espaço público é marcante. A impressão é que os moradores preferem passar o tempo livre na praça em vez de em casa assistindo televisão. Essa vitalidade do local é vista como um objetivo para urbanistas contemporâneos.

