O prefeito Sandro Mabel manifestou expectativa positiva sobre o julgamento do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) referente à licitação de R$ 12 milhões para a gestão do Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais (Imas). O processo, que visa reestruturar o órgão, deve ser julgado nesta quarta-feira, 15 de julho, em Goiânia.
Mabel defendeu a contratação da empresa perante o TCM no dia 1º de julho, argumentando sobre a necessidade da gestão externa. O prefeito informou que o Imas opera com déficit, com dívida que ultrapassa os R$ 230 milhões. Em 2024, o instituto registrou um déficit de R$ 61 milhões. Contudo, a administração relatou que, entre janeiro e maio de 2026, o resultado negativo foi reduzido para R$ 6,2 milhões, com arrecadação de R$ 80,2 milhões.
A licitação, considerada essencial para a reorganização do Imas, prevê a contratação de empresa para funções como cadastro de beneficiários, gestão de rede credenciada e uso de inteligência de dados. Anteriormente, em março deste ano, o TCM suspendeu a homologação do processo por ‘graves indícios de irregularidades’.
Mabel declarou que, caso a licitação não seja aprovada, a prefeitura extinguirá o Instituto e passará a custear planos de saúde particulares para os servidores. Ele afirmou: “Se não tiver autorização para contratar a empresa, nós não temos capacidade. Nós vamos pegar o dinheiro que a gente gasta no Imas e dar para cada um fazer um plano de saúde”.

