Uma figura política pressionou o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para suspender a punição de cartão vermelho de um jogador da seleção dos Estados Unidos. A pressão resultou na suspensão da penalidade, permitindo que o atleta participasse da partida seguinte contra a Bélgica.
O episódio ocorreu após o jogador, artilheiro da seleção dos Estados Unidos, receber o cartão vermelho em um jogo contra a Bósnia e Herzegovina. A intervenção política visava permitir a participação do atleta na partida subsequente.
Gianni Infantino cedeu à pressão, permitindo que o jogador jogasse. Contudo, a manobra não alterou o resultado do confronto, pois a seleção dos Estados Unidos foi vencida pela Bélgica por 4 a 1.
O ocorrido demonstrou que a entidade máxima do futebol não está imune à influência de pressões políticas externas.

