A primeira-dama Rosângela da Silva declarou que não tem planos de concorrer a eleições futuras. Em entrevista, ela afirmou que, após o término do ciclo político do presidente, deseja retomar uma vida mais reservada ao lado do marido.
A declaração foi feita em resposta a especulações sobre sua possível candidatura à Presidência da República. Segundo a primeira-dama, a prioridade atual é a tentativa de reeleição do presidente em 2026. Ela comentou que o casal ainda não viveu uma rotina normal, afirmando que “a gente não viveu ainda, a gente não teve lua de mel, a gente não viveu uma vida normal de um casal normal”.
Sobre a sucessão política, Rosângela da Silva disse que o Partido dos Trabalhadores (PT) deve formar novos quadros para suceder o presidente, mas não cabe a ela indicar nomes. Ela rejeitou a leitura de que o partido se tornou dependente da liderança do presidente, explicando que seu protagonismo decorre de sua trajetória política.
Em relação à sua atuação no governo, a primeira-dama rebateu críticas, afirmando que o Brasil “nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse efetivamente”. Ela disse usar sua posição para defender pautas como combate ao feminicídio e segurança alimentar, cobrando a votação de projeto de lei contra a misoginia na Câmara.

