O primeiro-ministro Andrej Babiš alterou sua posição sobre a candidatura presidencial, afastando a ideia de um candidato unificado entre os partidos governistas. A mudança gerou questionamentos de especialistas, que apontam que a união poderia ser estrategicamente vantajosa para a coalizão.
Babiš declarou que não busca um candidato específico, defendendo que os eleitores devem escolher um candidato cívico. Essa mudança contrasta com declarações anteriores, quando ele mencionou um possível candidato conjunto entre ANO, SPD e Motoristé. Tomio Okamura, líder do SPD, defendeu que um candidato de sucesso precisaria do apoio dos eleitores das três forças governistas.
O partido ANO, por sua vez, afirmou que apresentará seu próprio candidato, confirmando que a candidatura conjunta não está em pauta. No entanto, analistas políticos e marketeiros criticam a decisão de Babiš. Lucie Kubovičová, marketeira, explicou que a união era financeiramente vantajosa, visto que a coalizão governista obteve mais votos que a oposição em eleições passadas.
As projeções de casas de apostas indicam que Petr Pavel é o candidato mais provável a se reeleger. Karel Havlíček (ANO) e Andrej Babiš ocupam os segundos e terceiros lugares, respectivamente. Kubovičová também comentou que a sociedade precisaria de uma candidata para acalmar o debate entre figuras masculinas proeminentes.

