O mundo inicia uma terceira era de mísseis com a proliferação de armas balísticas convencionais em ritmo sem precedentes. Esse uso transforma o campo de batalha em conflitos como os envolvendo Irã e Ucrânia, onde milhares de mísseis foram lançados.
Os conflitos no Irã e na Ucrânia registraram o emprego de milhares de mísseis balísticos, lançados tanto do ar quanto da superfície. A República Islâmica, por exemplo, disparou cerca de 2 mil desses armamentos desde 28 de fevereiro.
O lançamento dessas armas causou destruição em larga escala na região e reduziu os estoques de interceptadores, cuja reposição é considerada difícil. A tendência sinaliza uma aceleração na corrida armamentista global.


