Um proponente político sugeriu gastar até US$ 5 bilhões em verbas públicas para estabelecer ligações entre vacinas e autismo. A proposta, apresentada ao diretor do National Institute of Health, foi criticada por especialistas de saúde por contrariar décadas de ciência estabelecida.
De acordo com fontes, o proponente abordou o diretor do National Institute of Health com a sugestão de aplicar o montante em fundos públicos. Esse gasto representaria 10% do orçamento anual do NIH, o que seria considerado um desperdício, segundo a imprensa internacional. Cientistas afirmam que a ciência comprova que vacinas não causam autismo.
Um diretor do Centro de Educação em Vacinas do Children’s Hospital of Philadelphia declarou que o proponente é um ativista antivacina há vinte anos. O histórico de tentativas de distorcer dados científicos também foi citado. Anteriormente, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA financiou um estudo sobre vacinas contra hepatite B, que foi barrado por uma agência de saúde africana.
A situação levantou comparações com o Experimento de Tuskegee, um estudo médico antiético. O proponente também esteve envolvido em um estudo que foi impedido, o que gerou críticas sobre a conduta de seus apoiadores no setor de saúde.

