O regime copresidencial de Daniel Ortega e Rosario Murillo inaugurou uma nova fase na repressão política em Nicarágua. O governo passou a vender, alugar ou distribuir bens confiscados a opositores e desterrados entre seus apoiadores políticos.
A prática de confisco de propriedades de opositores e desterrados constitui um método central de repressão do regime. Anteriormente, os imóveis apreendidos eram destinados a diversas instituições estatais.
Segundo a informação, a mudança atual consiste em comercializar ou repartir esses bens entre os adeptos políticos do governo. A ação representa uma nova dinâmica no controle patrimonial do país.

