A Prefeitura do Rio de Janeiro implementou a política de Tolerância Zero nas praias da Zona Sul para combater a atividade ilegal e clandestina. A iniciativa, liderada pelo prefeito Eduardo Cavaliere, busca impor ordem e fazer valer as regras existentes, visto que a camelotagem está ligada ao crime organizado.
A política de Tolerância Zero, adotada pelo prefeito Eduardo Cavaliere nas praias da Zona Sul, visa fazer valer as regras estabelecidas e promover um choque de ordem na orla. O texto aponta que a atividade ilegal sustenta redes de falsificadores e contrabandistas, que indiretamente se conectam a facções criminosas. O autor critica a alegação de que a fiscalização das praias não seria competência da Prefeitura, argumentando que a União não deveria assumir a função de monitorar ambulantes.
Além da questão da ilegalidade, o artigo destaca riscos de segurança e saúde decorrentes da informalidade. Vendedores ambulantes, como os de queijo coalho e milho, operam sem autorização, expondo banhistas a riscos de queimaduras e problemas de higiene alimentar. O texto questiona se o espírito carioca deve aceitar tais riscos.
Apesar de concordar com a necessidade de expansão da ordem para toda a cidade, o autor defende que a ação deve começar onde há maior fluxo turístico. Ele afirma que a informalidade é um fator que consome a urbe, e que a ordem urbana é uma condição para que a cidade seja boa de viver para todos.

