Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Rio cria depósitos públicos para ordenar comércio na orla
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
brasil

Rio cria depósitos públicos para ordenar comércio na orla

Carla Fernandes
Última atualização: 9 de julho de 2026 07:01
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

A prefeitura do Rio de Janeiro decretou a desapropriação de dois imóveis em Copacabana e Ipanema para criar depósitos públicos. A medida faz parte do Programa Tolerância Zero, que busca ordenar o comércio ambulante na orla da Zona Sul, entre Leme e Leblon, onde foram mapeados pelo menos 22 depósitos clandestinos.

A iniciativa visa substituir os depósitos informais, nos quais são guardados equipamentos de ambulantes, como carrocinhas e guarda-sóis. Segundo a coordenadora-geral do Movimento Unido dos Camelôs, um carrinho guardado pode custar R$ 50 por semana, enquanto um triciclo pode atingir R$ 100 semanais, tudo em caráter informal.

O poder público identificou que facções criminosas cobram até R$ 300 diariamente dos ambulantes para o uso do espaço público. A chamada “logística criminosa” movimenta cerca de R$ 100 milhões anualmente, segundo a Secretaria municipal de Ordem Pública (Seop). A prefeitura registra 1.030 ambulantes legalizados no trecho, com Copacabana concentrando a maior parte deles.

O prefeito Eduardo Cavaliere afirmou que os dois imóveis desapropriados servirão como estruturas legais para dar apoio logístico aos trabalhadores regularizados, diferenciando-os da atividade ilegal no espaço público.

TAGGED:comércio ambulantedeposito-publicoordenamento-urbanoorlaRio de Janeirotolerancia-zero
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Histórias de migração moldam trajetória de jovens atletas espanhóis
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?