O Rio de Janeiro iniciou, nesta sexta-feira, um projeto-piloto do Rio Rotativo Digital na Lagoa Rodrigo de Freitas. O sistema substitui os talões de papel pelo pagamento exclusivo via aplicativo Jaé, visando acabar com a atuação de flanelinhas nas vagas públicas.
O projeto-piloto opera em 667 vagas no entorno da Lagoa, abrangendo avenidas como Borges de Medeiros e Epitácio Pessoa. A cobrança funciona diariamente, das 7h às 23h, e as multas só serão aplicadas sete dias após o início da implantação na região. Cada período de estacionamento custa R$ 2 e concede duas horas de permanência, podendo ser renovado duas vezes, totalizando seis horas por R$ 6.
O pagamento deve ser feito integralmente pelo aplicativo Jaé, utilizando créditos carregados por PIX ou cartão de crédito. O sistema exige o cadastro prévio do veículo e utiliza o GPS para identificar a vaga. A prefeitura também encerra a exploração privada de estacionamentos na Lagoa, padronizando a tarifa para o valor do Rio Rotativo.
Guardadores credenciados deixam de vender talões e passam a atuar como colaboradores do sistema. Eles registrarão a ocupação das vagas por meio de celular, mas não poderão cobrar ou aplicar multas, que permanecem sob responsabilidade dos agentes de trânsito. A remuneração para esses colaboradores será de R$ 1,40 por veículo registrado e pago.

