O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, declarou ser uma “pessoa altamente perseguida” nesta quinta-feira. Ele afirmou que há uma ação “orquestrada” para desgastá-lo, alegando que representa uma ameaça ao sistema e aos interesses de pessoas no poder.
O parlamentar citou uma sequência de desgastes recentes, que incluem a crise pública com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e as revelações sobre sua relação com o Banco Master. Segundo ele, o tratamento que recebe é similar ao dispensado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em relação às investigações, o senador reconheceu que seu escritório prestou serviços à Contábil Correa, empresa ligada à consultoria Copenhagen, que recebeu R$ 57,9 milhões do Banco Master entre 2024 e 2025, conforme documentos da CPI do Crime Organizado. Ele disse que a relação foi “completamente legal e privada”.
As crises também envolveram uma viagem aos Estados Unidos, na qual ele buscou reverter tarifas impostas pelo presidente Donald Trump a produtos brasileiros, mas retornou sem avanços concretos. O senador reiterou seu desejo de assumir a presidência em 2027.

