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Leitura: Senador sugere Lei Magnitsky em vez de tarifas contra Brasil
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Mundo

Senador sugere Lei Magnitsky em vez de tarifas contra Brasil

Carla Fernandes
Última atualização: 2 de julho de 2026 22:00
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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O senador Flávio Bolsonaro sugeriu aos Estados Unidos que apliquem a Lei Magnitsky contra infratores identificáveis, em vez de impor tarifas de 25% sobre importações brasileiras. A medida foi apresentada em carta enviada ao escritório de Representante Comercial norte-americano, pedindo o adiamento das sanções até as eleições.

O parlamentar argumentou que a Lei Magnitsky funciona como um “instrumento calibrado” para atingir alvos específicos. Ele citou um anúncio de julho de 2025, quando um presidente dos EUA propôs tarifas de 50% sobre produtos brasileiros devido a decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que supostamente violariam a liberdade de expressão norte-americana.

Flávio Bolsonaro afirmou que a imposição de tarifas de 25% sobre a economia brasileira não atinge o governo ou o Poder Judiciário. Ele declarou que a preferência pela sanção econômica em detrimento da Lei Magnitsky “recompensa o autor da conduta que alega punir”.

Sobre o sistema de pagamentos brasileiro, o senador defendeu o Pix como avanço tecnológico e infraestrutura pública soberana, similar ao FedNow. Para resolver impasses, ele propôs um “compromisso legislativo” para que o Pix não seja integrado a sistemas de pagamento internacional não Ocidentais.

A carta também mencionou investigações sobre fraudes no Banco Master e descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O senador afirmou que esses casos “atingem diretamente o círculo íntimo” do presidente.

TAGGED:brasil-euaLei MagnitskyPixPolíticarelações internacionaistarifas-comerciais
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