Uma startup australiana desenvolveu um modelo de linguagem grande (LLM) chamado Flint, que visa solucionar o problema do ‘pensamento de grupo’ em inteligências artificiais. O modelo foi treinado para gerar uma variedade maior de respostas do que os LLMs convencionais em perguntas abertas, como sugestões de viagem.
A maioria dos modelos de linguagem grandes apresenta respostas previsíveis e com baixa criatividade, o que é aceitável em tarefas como codificação ou pesquisa. Contudo, esse padrão se torna um problema em processos de planejamento ou brainstorming.
A Springboards, empresa australiana, criou o Flint para mitigar essa limitação. O modelo foi projetado para oferecer uma gama mais ampla de respostas quando confrontado com questões abertas, como “Para onde devo ir na Europa?”.
A iniciativa busca afastar os chatbots de respostas óbvias, propondo uma alternativa para aumentar a originalidade e a profundidade das interações com a inteligência artificial.

