Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Tarifa dos EUA eleva tributação a 37,5% em quase 4 mil produtos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Tarifa dos EUA eleva tributação a 37,5% em quase 4 mil produtos

Carla Fernandes
Última atualização: 24 de julho de 2026 21:50
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que a nova tarifa adicional de 12,5% imposta pelos Estados Unidos fará com que 3.985 produtos brasileiros passem a pagar tributação total de 37,5% para entrar no mercado americano. A medida, que alcança US$ 12,4 bilhões, entra em vigor nesta sexta-feira (24).

O levantamento da CNI detalha que 4.060 produtos serão atingidos pela sobretaxa. Desses, 3.985 já estavam sujeitos a tarifa adicional de 25% e agora somam 37,5% no total, representando 80,7% das exportações afetadas, ou US$ 10,8 bilhões. Outros 75 produtos serão tributados apenas pela nova alíquota de 12,5%, totalizando US$ 1,6 bilhão em exportações.

A cobrança decorre de investigação dos EUA, baseada na Seção 301 da Lei de Comércio, que concluiu que o Brasil não adota mecanismos suficientes para impedir a importação de bens produzidos com trabalho forçado. A CNI, contudo, afirmou que o país possui legislação moderna para combater o trabalho forçado.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, defendeu a intensificação das negociações entre os governos brasileiro e estadunidense para amenizar os impactos na indústria. A investigação comercial dos EUA alcançou 60 parceiros, incluindo o Brasil, que foi classificado por não aplicar de forma eficaz a proibição de bens feitos com trabalho forçado.

TAGGED:CNIComércio Internacionalexportacao-brasiltarifas-euatrabalho forçado
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Mercado aguarda decisão do FOMC sobre política monetária
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?