O anúncio de tarifas comerciais por Donald Trump contra o Brasil reacendeu o debate sobre o etanol e o sistema PIX. A medida, que visou invenções-padrão e o agronegócio, gerou um efeito que resgata a história do Pró-Álcool e a modernização financeira nacional.
A imposição de tarifas por parte da superpotência americana gerou um impacto que resgatou o sentimento nacional ligado ao Pró-Álcool. A história do combustível renovável, desenvolvida por universidades brasileiras e pela Embrapa, e a criação da tecnologia flex, são fatos que a imprensa internacional desconhece. A investigação que fundamenta o tarifaço alega que o Brasil criou obstáculos ao etanol americano após modificar o regime tarifário em 2017.
Nesse mesmo documento, a análise demonstrou uma ampla elasticidade temática, tratando o PIX com hostilidade. O sistema de pagamentos, que reduziu custos e colocou o Banco Central brasileiro na vitrine internacional de inovação financeira, foi alvo de insinuações de favorecimento indevido por parte de Washington.
Os fatos evidenciam que o etanol e o PIX são frutos de escolhas de longo prazo do país. Enquanto isso, o presidente Lula é visto como beneficiado por essa situação, em contraste com a postura de um opositor político.

