Investidores que mantêm o SPDR Gold Trust (GLD) podem enfrentar a erosão de retornos devido à taxa de despesa de 0,40%. Embora o GLD mantenha alta liquidez, fundos alternativos, como o GLDM, oferecem exposição ao ouro com custos menores, sendo vantajosos para alocações de longo prazo.
O GLD, o ETF original de ouro físico, continua sendo o veículo mais líquido para exposição ao preço à vista. Instituições utilizam o fundo para operações de hedge e rebalanceamento rápido, aproveitando o mercado de opções robusto. Contudo, a maioria dos detentores utiliza o produto como proteção de longo prazo, pagando uma taxa projetada para um uso diferente.
A taxa de despesa líquida do GLD é de 0,40%. Esse custo se acumula anualmente, sendo mais visível quando o preço do ouro não apresenta alta. Comparando os retornos até 13 de julho de 2026, o GLDM registrou queda menor que o GLD, e em dez anos, o GLDM superou o GLD em performance.
Para alocações de longo prazo, o GLDM oferece a mesma exposição ao ouro físico, mas com taxa de despesa inferior. Além disso, o GLDM permite alocações fracionadas em contas menores. Investidores que associaram o GLD ao VanEck Gold Miners ETF (GDX) devem reavaliar essa estratégia, visto que o GDX registrou queda de 14,46% no ano, quase o dobro da queda do GLD.

