Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Telescópio James Webb detecta nuvens de sal em planeta distante
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Telescópio James Webb detecta nuvens de sal em planeta distante

Carla Fernandes
Última atualização: 9 de julho de 2026 06:41
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Astrônomos identificaram nuvens de sal na atmosfera do Planeta Rosa, GJ 504 b, utilizando o Telescópio Espacial James Webb (JWST). A descoberta, que ocorreu em um objeto frio, fornece evidências diretas de uma composição atmosférica incomum, avançando a ciência sobre exoplanetas.

O Planeta Rosa, apelido dado ao objeto por sua coloração rosada, foi descoberto em 2013 e orbita uma estrela semelhante ao Sol, a 57 anos-luz da Terra. O corpo celeste possui cerca de 25 vezes a massa de Júpiter, situando-se na fronteira entre planeta e anã marrom, termo usado para estrelas fracassadas.

Com a capacidade do JWST, os pesquisadores analisaram a luz emitida pelo GJ 504 b em apenas duas horas, detectando vapor d’água, metano, dióxido de carbono, amônia e outras moléculas. Segundo o estudo, a presença de nuvens de sal foi crucial para que os modelos atmosféricos se ajustassem aos dados observados.

Aneesh Baburaj, coautor do estudo e astrônomo da Northwestern University, explicou que as nuvens de sal foram as que melhor se adequaram às observações. Os autores afirmam que esta é a primeira vez que tais nuvens se mostram essenciais para explicar o espectro de um objeto desse tipo, reforçando a necessidade de incluir diferentes tipos de nuvens nos modelos de exoplanetas.

TAGGED:AstronomiaatmosferaexoplanetasJames Webbnuvens-salplaneta-rosa
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ideologia se fortalece quando se pensa em superá-la
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?