A Espanha venceu a Argentina na final da Copa do Mundo, garantindo seu segundo título mundial. O gol de Ferran Torres, marcado na prorrogação, coroou a força coletiva da seleção espanhola, que dominou a partida.
A conquista espanhola, liderada por Luis de la Fuente, resume a capacidade da equipe de extrair o melhor de seus talentos como um coletivo. Os números da partida evidenciaram a superioridade espanhola: foram trocados 762 passes contra 358 dos argentinos, com 65% de posse de bola para a seleção vencedora.
A Argentina sofreu um golpe significativo aos 47 minutos, quando um jogador recebeu o segundo amarelo por falta dura e foi expulso. Com um jogador a menos, o time argentino enfrentou um domínio espanhol de 72% de posse no primeiro tempo da prorrogação. O gol de Torres saiu no primeiro minuto extra, definindo o jogo.
O técnico de Luis de la Fuente declarou que a partida deveria ter sido decidida antes, mas afirmou que a equipe estava preparada para qualquer cenário. Por sua vez, o técnico Lionel Scaloni comentou que, apesar da derrota, o time deve valorizar o fato de ter chegado à final.

