O filme ‘Toy Story 5’ aborda a ameaça da tecnologia ao brincar infantil, levantando a questão se as telas estão fazendo as crianças desaprenderem a brincar. A obra chega em um momento em que a imaginação, essencial para o desenvolvimento, compete com o entretenimento digital.
A imaginação infantil é o elemento que dá vida aos personagens da franquia, transformando objetos em protagonistas. A brincadeira, segundo o texto, é fundamental para o desenvolvimento de habilidades como linguagem, coordenação, criatividade e empatia. Ao brincar, a criança busca entender o mundo e elabora experiências emocionais, como ao simular papéis sociais.
Em contrapartida, o uso de celulares, tablets e vídeos curtos é descrito como um mecanismo projetado para capturar e deteriorar a atenção, gerando vício. Para crianças pequenas, o prazer oferecido por esses aparelhos pode causar um dano profundo em todas as dimensões do desenvolvimento.
Apesar do risco, o texto afirma que as crianças possuem a capacidade de brincar, mas podem estar destreinadas. O tédio é apresentado como o portal da criatividade. Sugere-se que pais e famílias reconstruam comunidades de brincadeira, priorizando o tempo livre e o convívio com outras crianças em espaços abertos.

